35 Pensamentos inteligentes para quem quer ser autodidata

A escola ou a faculdade pode ter sido — ou pode ser atualmente — um lugar estressante, monótono ou aterrorizante para você.

Mas você sabe que estudar e aprender são processos importantes para adquirir, conservar e lembrar, quando necessário, conhecimentos e habilidades essenciais para qualquer um de nós.

E mesmo que esses anos na escola (ou na faculdade) foram pouco ou nada proveitosos para expandir sua inteligência, você ainda pode aprender mais, muito mais…

Para isso, não limite seu aprendizado ao que é oferecido pelas instituições de ensino e assuma o controle da sua aprendizagem agora!

Então, neste artigo, quero compartilhar com você trinta e cinco pensamentos brilhantes, inspiradores e atemporais sobre ensino e aprendizagem…

1. Hugo de São Vítor

“De pronto, afirmo o seguinte: são três, os preceitos mais necessários para a arte de ler: o primeiro preceito, ‘que saibamos previamente o que devemos ler’. O segundo: ‘a ordem a seguir durante a leitura, isto é, qual o primeiro texto a ser destrinchado, qual o segundo e assim por diante’. E o terceiro preceito: ‘como devemos ler’.”

Hugo de São Vitor nasceu na Saxônia, que hoje faz parte do território da Alemanha, no ano de 1096.

Ainda jovem sentiu a vocação religiosa e mudou-se para Paris com a intenção de ingressar no Mosteiro de São Vitor, no qual residiu até a sua morte em 1141.

Ele produziu várias obras de grande importância para a educação, dentre elas, o “Didascalicon” — de onde foi retirado o trecho acima.

Mais detalhes sobre a obra e a pedagogia de Hugo de São Vítor, você encontra aqui.

2. A. D. Sertillanges

“A fonte do saber não está nos livros, ela está na realidade e no pensamento. Os livros são placas de sinalização; o caminho é mais antigo, e ninguém pode fazer por nós a viagem da verdade.

O que diz um escritor não é o que nos importa prioritariamente; trata-se daquilo que é, e nosso espírito tem o propósito não de repetir, mas de compreender, isto é, de pegar consigo, isto é, de absorver vitalmente, e finalmente de pensar por si mesmo.

A palavra ouvida, é preciso, depois do autor, graças a ele talvez, mas no fim de tudo independentemente dele, obrigar a alma a dizê-la novamente para si mesma. É preciso reinventar para nosso próprio uso toda a ciência.”

Antonin- Dalmace Sertillanges, filósofo, teólogo e padre dominicano, foi um dos maiores expoentes do neotomismo na primeira metade do século XX. Foi membro da Académie des Sciences Morales et Politiques.

Seu livro, “A Vida Intelectual” — de onde foi retirado o trecho acima —, é um guia útil e magnífico para qualquer estudante que deseja seguir pela senda intelectual com ética, honestidade e sinceridade sem deixar de lado as obrigações da vida prática.

3. Prof. Pier

“Na aula você não aprende… Na aula você entende!”

Pierluigi Piazzi, ou professor Pier, como era chamado por seus alunos. Começou a dar aulas de Física em cursinhos pré-vestibulares, onde preparou mais de 100 mil alunos.

Por mais de dez anos, viajou pelo Brasil visitando centenas de escolas, onde ministrava palestras para alunos, pais, professores e coordenadores.”

É autor, entre outros, do livro “Aprendendo Inteligência” — de onde foi retirado o trecho acima.

O prof. Pier tornou-se uma referência no Brasil, especialmente no campo da neuroaprendizagem para o desenvolvimento da inteligência.

4. Barbara Oakley

“Assumir a responsabilidade por sua própria aprendizagem é uma das coisas mais importantes que você pode fazer.”

Barbara Oakley, Ph.D., é professora de engenharia na Universidade de Oakland, em Michigan. Sua pesquisa se concentra na relação entre neurociência e o comportamento social.

É autora do livro “Aprendendo a Aprender” — de onde foi retirado o trecho acima — que deu origem ao curso online de mesmo nome oferecido pela plataforma Coursera.

5. Flávio Augusto

“Se você esperar todas as respostas para começar, três coisas vão acontecer:

  1. Ficará sem as respostas.
  2. Jamais começará.
  3. Sua vida continuará a mesma.

Se você se iludir que um dia estará pronto para não cometer erros, três coisas vão acontecer:

  1. Continuará cometendo erros.
  2. Vai ficar frustrado.
  3. Sua vida continuará a mesma.

Planeje-se, tenha coragem e resiliência para errar e aprender com cada erro. Suas chances de acertar aumentarão muito se percorrer este caminho.

Neste dia, sua vida terá mudado.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 23 de jul. 2018.)

Flávio Augusto da Silva é empreendedor, fundador de um grande grupo empresarial no setor de educação e proprietário do Olando City, time de futebol que participa da Major League Soccer nos Estados Unidos.

Flávio é também o fundador do projeto Geração de Valor, onde compartilha gratuitamente seus conhecimentos de mais de 20 anos de empreendedorismo e autor do livro “Geração de Valor”, dentre outros.

6. Olavo de Carvalho

“[…] é óbvio que não se pode gostar de ler, é anormal gostar de ler. Você tem que ler aquilo que te interessa. A idéia de gostar de ler é um conceito errado. Ninguém gosta de ler. Tem coisas que você quer saber.

Você está lendo a estória do Sherlock Holmes, está gostando de ler? Não, é porque você quer saber a estória, você está seguindo a estória, não está pensando na leitura em si.

Gostar de ler não é natural, não é bom gostar de ler. É o desejo de saber. O ler é meramente instrumental. É que para um ler o outro tem que contar uma estória. Só um idiota pode gostar de ler.

Se tiver um outro jeito de saber é melhor. Ler cansa os olhos, é um negócio chato para caramba. Mas o fato é que não existe outro jeito, e então você vai ler aquilo lá.”

(Olavo de Carvalho, Seminário de Filosofia. Rio de janeiro, 10 de maio de 2001. Publicado por Bruna Luiza via Facebook. Acesso em 24 de jul. 2018.)

“Olavo de Carvalho, nascido em Campinas, Estado de São Paulo, em 29 de abril de 1947, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros.

Homens de orientações intelectuais tão diferentes quanto Jorge Amado, Arnaldo Jabor, Ciro Gomes, Roberto Campos, J. O. de Meira Penna, Bruno Tolentino, Herberto Sales, Josué Montello e o ex-presidente da República José Sarney já expressaram sua admiração pela sua pessoa e pelo seu trabalho.” (Extraído de olavodecarvalho.org)

A obra do Prof. Olavo de Carvalho é extensa, só de livros publicados são mais de vinte e três.

Dentre os livros, o best seller “O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota” é composto por 193 artigos e ensaios de Olavo de Carvalho, organizados por Felipe Moura Brasil.

O Prof. Olavo de Carvalho é também o criador do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho, criado para arquivar e divulgar o material produzido em mais de 20 anos de cursos, aulas e conferências.

Além desse material, o Seminário disponibiliza o Curso Online de Filosofia, o COF, onde estão inscritos milhares de estudantes que assistem às aulas do Prof. Olavo semanalmente.

Para conhecer o percurso biográfico, a rotina e o pensamento do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, assista o documentário de longa-metragem “O Jardim das Aflições”.

7. Ítalo Marsilini

“Em geral, a produtividade não aumenta quando saímos da zona de conforto; ela aumenta quando encontramos um sentido para o que fazemos.

[…]

O que importa, portanto, não é estar dentro ou fora da zona de conforto. O que importa é encontrar um sentido, um ideal para a vida. Encontrar um ideal, um sentido para a nossa atividade diária, para nossa atividade profissional, familiar, espiritual, religiosa, para as nossas atividades financeiras – isso é o mais importante!”

(Disponível no Facebook. Acesso em 21 de maio 2018.)

Dr. Italo Marsili é psiquiatra formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. À sua experiência clínica, une a de pai de 5 filhos.

Ele produz conteúdo em vídeo para o programa “A Melhor Família do Mundo”, onde fala sobre temas que ajudam a melhorar as famílias.

Você também pode acompanhar o conteúdo do Dr. Ítalo no Instagram.

8. Rodrigo Gurgel

“Há duas formas eficientes de vocês se tornarem ignorantes — e presunçosos: leiam jornais como se fossem veículos de informação ou representassem, com relativo equilíbrio, o somatório das opiniões existentes. Ou, vamos simplificar esta observação inicial: leiam jornais.

A segunda maneira de se tornar um autômato pedante: leiam apenas os livros que se adéquem às suas próprias ideias ou às da sua turminha. Garanto que, em pouquíssimo tempo, vocês formarão uma novíssima horda de bárbaros.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 23 de jun. 2018.)

Rodrigo Gurgel é professor de literatura e escrita criativa e crítico literário. É autor de três livros, dentre eles, “Muita Retórica, Pouca Literatura”.

Em 2004, foi um dos dez vencedores do Concurso de Contos “Caderno 2”, do jornal O Estado de S. Paulo. De 2009 a 2012, atuou como jurado do Prêmio Jabuti.

O Prof. Rodrigo Gurgel é o criador do curso “Oficina de Escrita Criativa” para pessoas que não têm experiência de escrever e as que estão habituadas à prática da escrita, ainda que não sejam profissionais ou não tenham livros publicados.

9. Angela Duckworth

“[…] por mais que o talento seja valioso, o esforço conta em dobro.”

Angela Duckworth é professora de psicologia na Universidade da Pensilvânia; foi premiada pelo programa MacArthur Fellows em 2013.

Ela estuda a garra (perseverança e paixão) e outras características que precedem o sucesso. O trecho acima foi retirado do seu primeiro livro “Garra”.

10. Carlos Nadalin

“[…] o aluno é bom ou mau leitor a partir do primeiro ano de aprendizagem da leitura. Nós sabemos também que o fracasso no aprendizado da leitura conduz o mau leitor a um desinteresse pela leitura, e isso é natural, já que o mau leitor faz um esforço tremendo no momento da leitura, porém, em contrapartida, alcança resultados insatisfatórios.

De outro lado, nós sabemos que no Brasil um mau leitor consegue passar de ano: ele vai do primeiro ao segundo, do segundo ao terceiro, enfim, isso acontece nas escolas, e o mau leitor fica mais frustrado ainda.

Por outro lado, o bom leitor, que já domina as técnicas básicas de leitura e as habilidades que são necessárias para ler e compreender textos, lê muito dentro e fora da escola. Ele aumenta seu vocabulário, sua fluência em leitura, sua desenvoltura na leitura, sua capacidade de inferir, seu raciocínio lógico e assim por diante.”

(Disponível no site Como Educar Seus Filhos. Acesso em 25 de jul. 2018.)

Carlos Nadalim é coordenador pedagógico na escola Mundo do Balão Mágico, em Londrina, PR.

Desde 2013 mantém o site “Como Educar seus Filhos”, em que publica vídeos, entrevistas e artigos com dicas para os pais sobre educação infantil, especialmente no tocante à alfabetização domiciliar.

11. Mortimer J. Adler

“[…] se você quer ler para aprimorar sua leitura, não pode ler qualquer livro ou artigo. Você não se tornará um leitor mais capaz se tudo que lê são livros que não desafiam a sua capacidade. É preciso enfrentar livros que estão além de sua capacidade, ou, como dissemos, livros que estão acima de você. Somente os livros desse tipo vão levá-lo a ampliar sua mente. E, a menos que você a amplie, não aprenderá.”

Mortimer J. Adler foi filósofo, professor e teórico da educação norte-americano.

Tornou-se professor da Universidade de Chicago na década de 1930, ajudando a fundar o Institute for Philosophical Research da Universidade da Carolina do Norte, o Center for the Study of The Great Ideas e o Aspen Institute.

Autor de mais de 50 livros, dentre eles, “Como Ler Livros” — de onde foi retirado o trecho acima. Segundo Olavo de Carvalho, neste artigo, Mortimer J. Adler lutou pela verdadeira “educação para a cidadania”.

12. Carol S. Dweck

“[…] as pessoas de código mental construtivo pensam de maneira muito diversa. Para elas, até mesmo os gênios têm de se esforçar para obter resultados. E acrescentariam: que pode haver de heróico em possuir um dom? Podem apreciar o talento, mas admiram o esforço, pois qualquer que seja a capacidade de alguém, o esforço é que deflagra a capacidade e a transforma em realização.”

Carol S. Dweck, é uma renomada professora e pesquisadora de psicologia social, do desenvolvimento e da personalidade na Universidade de Stanford.

Seu livro “Mindset” — de onde foi retirado o trecho acima — é resultado de mais de vinte anos de pesquisas sobre a atitude mental com que encaramos a vida. Tornou-se um best seller, vendendo mais de 1,5 milhão de exemplares.

13. Rafael Falcón

“Se você acredita que o professor conhece a disciplina melhor que você, e se está indo às aulas com a intenção de aprender, a atitude correta e racional é fazer TUDO o que ele manda, EXATAMENTE como ele manda, e SEM emitir ou mesmo cogitar quaisquer objeções. Quem não faz isso, mesmo que freqüente as aulas de um outro, na prática é seu próprio mestre, e assim está sempre aprendendo com um ignorante.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 20 de jul. 2018)

Rafael falcón é professor e pesquisador independente. Por meio de cursos e publicações, vem pondo em prática um projeto pedagógico cuja inspiração vem dos educadores clássicos e medievais.

Dentre os projetos de alta qualidade do Rafael Falcón, você encontrará o seu excelente curso de latim e sua informativa palestra “O Dever de Educar-se”, promovida pelo Instituto Borborema.

14. José Monir Nasser

“Quando a gente perde a capacidade de entender as coisas simbolicamente, nós nos transformamos em personagens de piada. O que é personagem de piada? É aquele sujeito que não entende nada do sentido verdadeiro, está sempre iludido com as aparências das palavras.”

(Disponível no jornal Folha de Londrina. Acesso 25 de jul. 2018.)

José Monir Meirelles Nasser foi economista e escritor brasileiro. Atuou ainda como crítico literário e pesquisador de religiões comparadas.

Tornou-se conhecido como realizador do programa “Expedições ao Mundo da Cultura”.

Paulo Briguet no artigo “Os filhos de Monir” pela Gazeta do Povo, diz mais sobre um dos maiores gênios que o Paraná já produziu:

“Era um crítico impiedoso do sistema educacional brasileiro – esse mesmo sistema que dá nota máxima a redações com erros primários de ortografia e concordância. Em uma de suas palestras, sentenciou:

‘O que chamamos de educação é, na verdade, ensino. E esse ensino não passa de uma distribuição de promoções sociais em forma de diplomas, na qual ninguém acha que vai aprender coisa alguma’.”

15. Guilherme Freire

“Eu acredito na liberdade, a primeira coisa para querer que uma pessoa melhore é não ficar criticando inutilmente (o que é muito diferente do belo hábito de corrigir fraternamente as pessoas). Aliás, para se ter a autoridade de corrigir uma pessoa é necessário dar muita liberdade a ela no que se pode. Temos que avaliar o que é moral de verdade, não inventar regras que não existem.

[…]

As vezes a pessoa acha que o mundo está um lixo e na verdade ela não dormiu bem.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 26 de jul. 2018)

Guilherme Freire é professor, conferencista e palestrante em filosofia e educação para jovens e adultos. É também professor do curso sobre J.R.R.Tolkien, pelo Instituto Borborema.

16. Catherine L’Ecuyer

“As crianças precisam de limites para poderem se adaptar ao mundo em que lhes caberá viver. O mundo está cheio de limites: uma gravidez dura nove meses, as alfaces crescem lentamente…

Temos de prepará-las para a vida ajudando-as a aceitar as limitações com paciência e temperança, e temos de ajudá-las também a ganhar resistência à frustração.

Uma criança que não ganha tudo o que pede é alguém que valoriza as coisas, é alguém assombrado, agradecido. Hoje as crianças estão cada vez menos adaptadas à realidade, pois vivem num mundo cada vez mais virtual – rápido, acelerado – e acham que as coisas devem se comportar como elas querem. Quando, então, voltam à realidade, tudo as aborrece…”

(Disponível no jornal Estadão. Acesso em 15 de dez. 2017.)

Catherine L’Ecuyer é canadense, mãe de quatro filhos, educadora e autora do best seller educacional “Educar em el asombro”, no Brasil “Educar na curiosidade”.

Atualmente colabora com o grupo de pesquisa Mente-Cérebro da Universidade de Navarra e é escritora do El País.

17. Louis Lavelle

“Nenhuma comunicação deve ser tentada quando sentimos de antemão que será rejeitada. Nasce então uma timidez que não é efeito apenas do amor-próprio, mas do respeito que temos pelos sentimentos que estávamos prestes a revelar e que são seres frágeis, que não desejamos expor ao atrito e ao desprezo.

Buscamos evitar-lhes um mau acolhimento e não queremos em absoluto que se rejeitem esses hóspedes enviados por Deus que tornam a presença dele sensível entre nós. Ao expordes um tesouro tão precioso diante dos olhos indiferentes ou hostis, violais um segredo, corrompeis coisas santas. Quem agora o vê a descoberto, e que não soube reconhecê-lo, estava mais próximo de vê-lo quando não o via.

É preciso no máximo permitir que seja pressentido, para atrair sobre ele a atenção e o desejo, e, para revelá-lo, saber esperar o momento em que a consciência esteja em condições de acolhê-lo e de ser tocada por ele. A solidão mais dolorosa é a que se segue a uma comunicação fracassada.”

Louis Lavelle foi filósofo de grande expressão no século XX. A. D. Sertillanges chamou-o “o Platão dos nossos dias”.

Para Olavo de Carvalho — criador e professor do curso “Introdução à filosofia de Louis Lavelle” —, “Lavelle restaura de modo eminente a vocação originária da filosofia como busca da sabedoria, e por isto o estudo da sua obra é hoje mais necessário do que nunca”.

O trecho acima, foi retirado do livro “A consciência de si”.

18. Bruna Luiza

“Não importa se você se vê muito superior à média brasileira. Não sei quanto a você, mas eu não vou me conformar com ser boa em relação à média, quando essa média é ainda absurdamente baixa e está a anos-luz do ideal. Eu tenho um intelecto dado por Deus, e é meu dever explorar isso. Seu também.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 25 de jul. 2018.)

Bruna Luiza é autora do site Garotas de Direita, colunista do Senso Incomum, Implicante, e Reaçonaria. Você também pode conferir seus posts no Facebook.

19. John Taylor Gatto

“You need experience, adventure, and explorations more than you need algebra!”

(Disponível no Twitter. Acesso em 25 de jul. 2018.)

John Taylor Gatto foi professor no estado de New York e se define no Twitter como “World’s Most Courageous Teacher”.

Por duas vezes foi premiado como professor do ano do Estado de New York; é autor do best seller “Dumbing Us Down”.

20. Tomás de Kempis

“Um hábito é vencido por outro hábito.”

Tomás de Kempis foi monge agostiniano, nasceu no ano de 1380, na Alemanha, em Kempen.

Segundo crença geral, foi o frei Tomás de kempis o autor do livro “A Imitação de Cristo”, um dos mais traduzidos no mundo e livro de cabeceira para muitos católicos.

21. Jordan B. Peterson

“[…] O jeito certo de consertar o mundo não é consertar o mundo, não há razões para acreditar que você seja capaz de tal tarefa, mas você pode consertar a si mesmo. Você não fará mal a ninguém com isso, e pelo menos dessa maneira você fará do mundo um lugar melhor.”

(Disponível no Youtube. Acesso em 27 de jul. 2018.)

O Dr. Peterson é professor na Universidade de Toronto e psicólogo clínico. Especializado no estudo da estrutura dos sistemas de crenças e dos mitos e como tais estruturas influenciam a organização da sociedade e o comportamento dos indivíduos.

Jordan Peterson escreveu o best seller “12 Regras Para a Vida” e possui um canal no Youtube com mais de um milhão de assinantes.

22. Jean Guitton

“Os livros que convém termos sempre à cabeceira são aqueles que, a qualquer momento, podem nos proporcionar um conselho ou um movimento favorável; aqueles que nos elevam […]. Esses livros fazem com que participemos de outras existências, de outros ambientes e de outras épocas; os livros que resumem tudo; os que são como cânticos.”

Jean Guitton foi um filósofo católico de grande influência e professor na Sorbonne; participou como leigo do Concílio Vaticano II, é autor de várias obras, dentre elas, “O trabalho Intelectual” com conselhos para os que estudam e para os que escrevem.

23. Viktor E. Frankl

“Não aspirem ao sucesso — quanto mais a ele aspirarem e dele fizerem um alvo, mais falharão. Porque o sucesso, como a felicidade, não pode ser perseguido; deve acontecer… como se fosse o efeito secundário involuntário da dedicação pessoal a algo cuja grandeza nos ultrapassa.”

Viktor Emil Frankl, psiquiatra austríaco de origem judaica foi um sobrevivente do Holocausto e o fundador da escola conhecida como Logoterapia.

Autor do best seller “Em Busca de Sentido”, onde mostra como foi a sua própria experiência em busca do sentido da vida num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

24. Nelson Rodrigues

“Eu amo a juventude como tal. O que eu abomino é o jovem idiota, o jovem inepto, que escreve nas paredes “É proibido proibir” e carrega cartazes de Lenin, Mao, Guevara e Fidel, autores das proibições mais brutais.”

Nelson Rodrigues foi escritor, jornalista e dramaturgo brasileiro. Deixou como legado 17 peças, além de romances, contos e crônicas. Está entre os grandes nomes do teatro brasileiro.

25. Felipe G. Martins

“Deus inventou o conhecimento. Satanás, com inveja, foi lá e inventou o MEC, os diplomas, as titulações, a Capes, o CNPq, o Sistema Qualis e o Currículo Lattes. Não existe nada mais prejudicial ao conhecimento autêntico do que o fetiche pelos seus símbolos mais externos.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 26 de jul. 2018.)

Felipe G. Martins é professor de política internacional e analista político. Escreve para o site Senso Incomum e, é professor do curso “Introdução à Filosofia Política de Olavo de Carvalho”, pelo Instituto Borborema.

26. Machado de Assis

“É melhor, muito melhor, contentar-se com a realidade; se ela não é tão brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir.”

Joaquim Maria Machado de Assis é considerado o maior expoente do realismo social no Brasil. É o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras.

Sua obra literária é composta por romances, peças teatrais, contos, poemas, sonetos e crônicas. Machado de Assis é um dos maiores escritores da literatura universal de todos os tempos.

Entre seus excelentes romances estão Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas.

27. Bruno Garschagen

“Não há nada mais poderoso contra projetos sociais autoritários do que a educação em casa promovida por pais que buscam a verdade, conhecem o inimigo e as formas de combatê-lo.”

(Disponível no jornal Gazeta do Povo. Acesso em 24 de jul. 2018.)

Bruno Garschagen é professor de ciência política e autor do best seller “Pare de Acreditar no Governo”. Também escreve para os jornais Gazeta do Povo e Folha de São Paulo.

28. Paul Johnson

“De todas as calamidades que se abateram sobre o Século XX, além das duas guerras mundiais, a expansão da educação universitária nos anos cinquenta e sessenta é a mais duradoura. É um mito a crença de que as universidades são o berço da razão.

São o abrigo de todo tipo de extremismo, irracionalidade, intolerância e preconceito; um lugar onde o esnobismo intelectual e social é propositadamente instilado e onde professores passam para os estudantes os seus próprios pecados de orgulho. A nova forma de totalitarismo – a Mentalidade Politicamente Correta – é, inteiramente, uma invenção universitária.”

(Disponível em G1-Globo.com. Acesso em 31 de jul. 2018.)

Paul Johnson é escritor, jornalista e considerado um dos mais brilhantes historiadores britânicos; autor de mais de quarenta livros, dentre eles, “Modern Times: A History of the World From the 1920s to the Year 2000s” foi traduzido para mais de quinze idiomas.

29. Cristiane Lasmar

“Ora, numa perspectiva educacional em que a espontaneidade e a impulsividade são mais valorizadas do que a autoconsciência e o autocontrole, formar hábitos soa como uma proposta autoritária e repressora.

Mas é preciso desfazer este equívoco, em cuja raiz está aquela mesma confusão de sempre, entre espontaneidade e liberdade, tão característica de nossa época, e que dificulta todo e qualquer esforço educacional.”

(Disponível no site Infância Bem Cuidada. Acesso 25 de jul. 2018.)

Cristiane Lasmar é doutora em antropologia e diretora de escola, foi professora universitária e pesquisadora acadêmica.

Cristiane dedica-se a pesquisa autônoma sobre filosofia da educação e da parentalidade, cujos resultados ela compartilha no site Infância Bem Cuidada.

30. Jim Rohn

“Uma educação formal lhe dará um bom salário. Uma educação por conta própria lhe dará uma fortuna.”

Jim Rohn foi empreendedor, autor e palestrante motivacional. Dedicou-se aos fundamentos do comportamento humano que mais afetam o desempenho pessoal e empresarial.

Foi mentor de centenas de executivos das maiores empresas dos Estados Unidos graças a sua habilidade extraordinária para motivar pessoas.

31. Northrop Frye

“[…] Liberdade nada tem a ver com falta de exercício: ela é produto do exercício. Não se é livre para ir e vir a menos que se tenha aprendido a andar, e não se é livre para tocar piano a menos que se pratique. Ninguém é capaz de manifestar liberdade de expressão a menos que saiba usar a linguagem, e este conhecimento não é uma dádiva: precisa ser aprendido e trabalhado.”

Northrop Frye foi professor na Universidade de Toronto e notável crítico literário canadense. Sua maior obra é “Anatomia da Crítica”.

Mas o trecho acima foi retirado do livro “A Imaginação Educada” — transcrição de seis palestras dadas pelo autor a uma emissora de rádio canadense na década de 1960.

32. Padre Paulo Ricardo

“[…] a verdade às vezes vira a vida da gente pelo avesso; quando você conhece a verdade, ela liberta, mas não quer dizer que ela vai ser agradável. Você vai ser tocado pela verdade e ela vai exigir uma mudança de vida […]”

(Disponível no Youtube. Acesso em 27 de jul. 2018.)

Padre Paulo Ricardo pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá, Mato Grosso.

Dentre sua obrigações como Padre, ele se dedica à evangelização através dos meios de comunicação, sendo autor de diversos livros e cursos online no site padrepauloricardo.org.

33. Luiz Gonzaga

“O único meio de você entender o outro ser humano é por meio da linguagem; portanto, por meio da literatura. Os seres humanos não escreveram os livros apenas por diversão; é verdade, muitos escritores escreveram apenas por diversão, porque era divertido para eles escrever ou porque eles queriam que você se divertisse lendo o que eles escreveram.

E, claro, de vez em quando devemos nos dedicar a isso também, muito embora esse tipo de literatura tenha sido superado em muito pelo cinema, pela televisão etc. A internet dá muito mais diversão do que qualquer livro escrito apenas para divertir; mesmo porque geralmente você encontra esse livro lá também.

Mas também muitos autores não escreveram porque era divertido escrever ou com a finalidade de divertir o leitor, mas escreveram porque eles tinham captado algo crucial sobre a vida humana e tinham uma necessidade intensa de transmitir isso para as gerações futuras.

‘Opa, isso aqui faz uma grande diferença na vida das pessoas e elas não percebem. Às vezes, elas percebem de modo tão tênue que a atenção delas não consegue se fixar naquilo. Então, me deixe tentar transmitir essa experiência, esse fato sobre a vida humana de maneira estável’.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 27 de jul. 2018.)

Luiz Gonzaga de Carvalho Neto (Prof. Gugu) é professor e tradutor. Lecionou na Faculdade da Cidade no Rio de Janeiro.

Também é professor de diversos cursos no Instituto Cultural Lux et Sapientia.

34. Sergio de Carvalho Pachá

“Escrever bem não é o mesmo que escrever certo. Respeitar as normas gramaticais não é virtude, é obrigação. E tanto isto é verdade que não são nem um nem dois os gramáticos que escrevem corretamente mal.”

(Disponível no Facebook. Acesso em 26 de jul. 2018.)

Sergio de Carvalho Pachá é gramático, lexicógrafo e tradutor. Um dos maiores conhecedores da língua portuguesa.

Doutor em Língua e Literatura Hispânica pela Universidade da Califórnia, foi durante anos Lexicógrafo-Chefe da Academia Brasileira de Letras; atualmente leciona na Universidade São Jerônimo.

35. G. K. Chesterton

“O objetivo de abrir a mente, assim como o de abrir a boca, é fechá-la novamente com algo sólido dentro.”

“Não seja tão mente aberta que o cérebro caia para fora.”

(Publicado pela Sociedade Chesterton Brasil no Facebook. Acesso 27 de jul. 2018.)

Gilbert Keith Chesterton foi um jornalista e escritor Inglês. Dentre suas grandes obras, a mais conhecida do público é “Ortodoxia”.

Chesterton também ficou conhecido pelos debates travados com intelectuais da sua época, como George Bernard Shaw, H. G. Wells, Bertrand Russell, etc.

Nos debates, sua clareza lógica de pensamento e bom humor conquistavam o público, o que sempre lhe dava certa vantagem sobre os oponentes.

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